Dispositivos de Imobilização para Diagnóstico e Terapêutica

A obtenção de imagens médicas do cérebro por PET pode demorar mais de uma hora e a sua qualidade é largamente influenciável pela imobilidade do paciente. Assim com o objectivo de promover esta imobilização, poderão ser utilizados dispositivos de fixação da cabeça tais como, máscaras termoplásticas ou toucas de neoprene. No entanto estas soluções podem provocar nos pacientes um desconforto significativo, claustrofobia e têm muitas vezes características que interferem com a imagem, devido à atenuação e dispersão da radiação causada pelos materiais que as compõem, comprometendo assim a qualidade dos estudos.

Desta realidade decorre a necessidade de investigar novos processos e materiais para construção destas máscaras, quer no diagnóstico de demências quer na terapêutica de tumores da cabeça, se possível utilizando geometrias “open-face” como forma de diminuir os sintomas de claustrofobia e privilegiando a sensação de conforto para o paciente.